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Play or Stop?
Me coloquei numa sacola de supermercado e falei: “Toma moço, conserta que tá quebrada”. Só que não adianta levar bicicleta quebrada no sapateiro, né? Essas mãos não vão conseguir me consertar. Eu estava pela metade e no desespero, quis que qualquer um me fizesse inteira de novo.... Como eu pude confundir sentimentos e achar que uma pessoa que eu nem conhecia faria meu mundo voltar ao normal? Tome burrada de novo, né Dona Mel? Eu quis desesperadamente um remédio pra fazer passar aquilo tudo... Mas aspirina não cura dor de dente, sabia? E foi isso... hoje eu sei que ele não é assopro no cisco do meu olho, não é pinça pra farpa do meu dedo, não é mertiolate (?) pro meu joelho ralado... Aliás, ele não é capaz de dar bom-dia quando acorda, de conversar na mesa do jantar, de beijar de boca cheia, de me dar a mão quando eu quase caí na trilha.... E tem a parte da confiança: dessa eu preciso mais que água. Mas isso fica sendo assunto pra outro post.
Porque eu não conigo apertar o STOP? Nem mesmo o PAUSE! Alguém me empresta uma xícara de coragem? Aqui cabô....
Escrito por Mel às 14h21
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Só dessa vez...
E nesse momento eu tenho TANTA coisa pra falar. Mas dessa vez não dá, escolho não falar nada. Melhor? Não sei... Certa? Acho que não...
Segura? Preciso acreditar que sim...
*Escrevo logo mais, porque a necessidade de desabafo sempre fala mais alto...*
Escrito por Mel às 09h25
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